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As abelhas e suas receitas...

Máscara de farinha de milho amarelo com mel como esfoliante e hidratante facial e pode ser feita em casa

É impressionante como as pessoas sempre têm uma receita caseira para ensinar. É facto, porém, que desde os tempos da vó algumas delas têm eficácia comprovada, não só pela ciência, mas por profissionais da estética que também as utilizam como tratamentos de beleza. É o caso da farinha de milho amarelo como máscara facial para esfoliar a pele e que, quando associado ao mel, se torna um poderoso hidratante da cútis.

 

 

 

 



Isso porque a textura da farinha ajuda a eliminar as impurezas e o mel é cicatrizante, pois contém própolis, um antibiótico natural. Assim, quando utilizados juntos funcionam como excelente esfoliante e reparador da cútis. "Ela realmente consegue deixar a pele mais limpa, macia e aveludada", diz Karoline Sad,esteticista.

Mas, atenção, diferentemente do que muita gente comenta por aí, a máscara não deve ser utilizada por quem está com problemas de acne. "Ela é um esfoliante natural, que também nutre a pele, por isso vai remover as células mortas e melhorar a aparência, mas não vai resolver o problema das borbulhas", alerta Karoline.
Isso significa que se o seu rosto tiver borbulhas inflamadas, é melhor evitar o uso da fórmula caseira e recorrer à ajuda de um especialista. Agora, se o seu problema de pele estiver limitado a apenas alguns pontos negros, a receita poderá ser utilizada.

 

Aprenda, a seguir, a fazer a máscara facial de farinha de milho amarelo com mel.

Ingredientes
1 colher (de sopa) de farinha de milho amarelo
1 fio de mel (para dar liga e formar pasta)

Modo de preparo
Em uma vasilha pequena, junte o mel e a farinha até formar uma mistura homogênea, uma espécie de pasta cremosa e consistente.
Modo de usar
Ao aplicar a máscara na face, sempre utilize movimentos leves e circulares. Jamais esfregue com força, pois tal atitude pode machucar a pele. Deixe o produto agir por 15 minutos e, em seguida, lave com água corrente (de preferência fria).
Cuidados posteriores
Este processo pode ser repetido a cada 15 dias, e ao término das aplicações, é aconselhável utilizar protetor solar (caso o processo seja feito durante o dia) ou hidrante (se for realizado durante a noite).


O que vai pelos média...


Negócio do mel atrai cada vez mais desempregados
A produção de mel e derivados está a atrair desempregados transmontanos, a denominação de origem protegida dá garantias de fiabilidade ao produto, que se tornou um negócio atractivo por ser rentável. A Casa do Mel de Bragança já vende cera para o grupo Zara.A produção de mel está mais profissionalizada e atrai cada vez mais desempregados no distrito de Bragança. A apicultura sempre foi uma actividade complementar à agricultura, permitindo aumentar o rendimento dos agricultores. Mas deixou de ser um hobby. Na zona da Associação de Apicultores do Parque Natural de Montesinho verifica-se um decréscimo de produtores. Em compensação, as explorações aumentaram. Cada unidade tem agora uma média de 50 colmeias. O presidente daquela associação, Manuel Gonçalves, explica esta mudança pela maior exigência no maneio das colmeias para que a produção seja rentável. "A actividade já não se compadece com amadores ou pessoas que não se dediquem a tempo inteiro", referiu.
O aumento do consumo de mel, principalmente do classificado com Denominação de Origem Protegida (DOP), tem contribuído para que a produção apícola seja mais rentável. O preço do mel subiu, o acesso ao mercado é mais fácil, a implementação de marcas está a crescer. "É uma actividade económica sustentável", assegurou Manuel Gonçalves. A componente apícola sustenta famílias.
Raul Castro, apicultor em Macedo do Peso (Mogadouro), aldeia do Parque do Douro Internacional, estava desempregado quando se dedicou à produção de mel. Diz que o negócio podia ser mais rentável se o consumo de mel aumentasse, tal como os preços praticados no produtor, quatro erros o frasco rotulado de 500 gramas. "Se o mesmo mel for vendido numa loja custa oito euros", lamentou. Na opinião do apicultor o mel e seus derivados são produtos saudáveis, mas as pessoas não estão sensibilizadas para a utilização diária, por isso defende uma maior divulgação do mel, sobretudo na televisão.
Nem tudo é lucro. Investir na apicultura obriga a um investimento inicial "considerável", revela Manuel Gonçalves. A instalação de cada colmeia tem um custo que ronda os 150 euros. "Fica mais cara do que comprar uma ovelha", comparou o dirigente associativo, cujos cálculos genéricos garantem que rentabilidade compensa o investimento. Cada colmeia pode produzir anualmente 18 quilos de mel, a que se junta um quilo de cera, mais 15 euros por cada uma através de subsídios de ajuda à produção. Manuel Gonçalves estima que um apicultor com 300 colmeias "pode sustentar-se".
A Associação Nacional de Apicultores realizou um estudo através do qual se compara a rentabilidade de um apicultor com 25 colmeias e outro com 350. O pequeno produtor, vendendo directamente ao consumidor, pode apurar 3000 euros por ano. O produtor de maior dimensão consegue ganhar perto de 25 mil euros anuais, após a dedução de todas as amortizações. "Não é por acaso que muitos desempregados apostam nesta área e investem no sector, mas o caminho a seguir é sempre a valorização e a diversificação dos produtos", afirmou Manuel Gonçalves. Já há quem o faça produzindo sabonetes e cosméticos. A Casa do Mel, onde os produtores entregam a produção, está a trabalhar com o grupo Zara para onde vende cera e a investir nos sucedâneos: sabonetes, cremes e batons.